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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Alice In Chains - Black Gives Way to Blue (Bonus Track Version) (2009) 256 kbps

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Arquivos acrescidos de dois videos com momentos da banda, para acessá-los entre na pasta ITunes:

DOWNLOAD PARTE 1

DOWNLOAD PARTE 2

DOWNLOAD PARTE 3


Audio:
1. All Secrets Known (4:42)
2. Check My Brain (3:57)
3. Last of My Kind (5:52)
4. Your Decision (4:43)
5. A Looking in View (7:05)
6. When the Sun Rose Again (4:00)
7. Acid Bubble (6:55)
8. Lessons Learned (4:16)
9. Take Her Out (3:59)
10. Private Hell (5:38)
11. Black Gives Way to Blue (3:03)
12. Black Gives Way to Blue (Piano Mix) (3:01)
13. Your Decision (Live) (4:48)


Video:
01. Australian tour
02. Your decision (studio)


Layne Staley faleceu em 5 de abril de 2002, data que, por uma trágica coincidência, é a mesma do aniversário da morte de Kurt Cobain (exatamente 8 anos depois). Uma perda irreparável para a música. De lá pra cá rolou muita coisa na vida dos remanescentes do Alice In Chains até a decisão pelo retorno em 2005, com Willian Duvall se juntando ao grupo. (matéria da Whiplash, por Leandro Freitas)
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Quando o anúncio da gravação de um novo álbum veio, muitos torceram o nariz. Normal. Isso sempre acontece quando bandas clássicas mudam a formação e/ou integrantes tidos como partes essenciais da banda são substituídos. Sempre há o medo de um passado glorioso ser destruído por uma reunião caça-níques ou um novo integrante que não esteja à altura do cargo.
Cantrell pisou em terreno perigoso. Admito que em grande parte das vezes essas mudanças são desastrosas. Mas eu costumo dar um crédito, me desapegar de certas regras e ouvir o resultado com a mente aberta.


Pela qualidade dos músicos, pelos bons discos da carreira solo de Cantrell, eu esperava um resultado decente. Ledo engano: bem mais que decente, me deparei com um dos melhores discos de 2009.
A audição desse disco foi algo forte, pois realmente parece ser uma homenagem a um irmão, um amigo que se foi. Algo tão honesto feito por músicos de tanto talento tinha poucas chances de dar errado.
Não tem como não se emocionar ouvindo músicas como "Your Decision", "Private Hell" e "Black Gives Way to Blue" (esta última com a participação de luxo dos pianos de Sir Elton John). Letras inspiradíssimas e construídas com maestria, aquele clima balada nada brega que o AIC sempre fez com excelência.



A parte mais pesada do disco, representada por "Last Of My Kind", "Check My Brain" e "A Looking View" tem grandes músicas. São diferentes das coisas pesadas que o AIC fez no passado, como em "Dirt". Não são tão pesadas, flertam mais com o Hard Rock do que com o Metal, com o a pegada alternativa. São ótimas, colam na cabeça sem soarem clichês.
"Another Lesson Learned" e "Take Her Out" são “rockões” mais lentos e ótimos. O disco é extremamente coeso e alterna muito bem os climas. É meio que um mix do que foi o Alice in Chains e os trabalhos solos de Cantrell. É prazeroso ouvir um disco inteiro sem querer pular músicas, adiantar partes chatas...

Vendo apresentações ao vivo, Willian Duval parece mais um competentíssimo músico de apoio da banda do que o novo frontman. Pelo que vejo, acertadamente, Cantrell assumiu essa função. No novo disco a voz de Cantrell está muito mais presente que a de Duvall, que faz a maioria das segundas vozes e mostra a cara nas partes mais pesadas, onde saiu-se muito bem. Até nas apresentações ao vivo recentes mostra uma grande evolução desde sua entrada. Um cara que, apesar de ótimo músico, não preenche por completo a lacuna deixada por Layne, mas faz um trabalho excelente com a ajuda de Cantrell.


É incrível como em algumas harmonias vocais das músicas quase que podemos ouvir a voz de Staley, como em "Private Hell" e "When the Sun Rose Again". Isso pode ser um incômodo pra alguns, soar como cópia. A semelhança às vezes é absurda. No entanto, devemos ter em mente que está ali 50% daquilo que foi e ainda é a marca da banda: os arranjos vocais elaborados, harmonias de clima denso e obscuro. Mas é a voz de Cantrell que lembra a de Staley e não a de Duvall.


Este é um disco que presta tributo a um cara que transmitiu suas angústias pela música. Infelizmente, os melhores morrem cedo. Às vezes acho que Deus os leva para que nos lembremos apenas das coisas boas que fizeram. Os leva antes que se transformem em sombras do passado.


Layne será sempre um pedaço do Alice In Chains. O Alice in Chains sempre vai ter um pedaço de Layne. "Black Gives Way to Blue" é um discaço, inspiradíssimo, um oásis no meio de tantas voltas forçadas e de tantos discos sem alma que temos por aí.

Se por acaso você criou certas regras na sua cabeça, abstraia, ouça o disco de mente aberta e terá 54 minutos de ótimas músicas, inspiradas e que honram o passado de umas das grandes bandas da história. Layne deve estar orgulhoso...


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Jupiter Maçã & Os Pereiras Azuis (Demo 1995)

Primeira demo tape do Jupiter, com Os Pereiras Azuis, segundo a lenda, de Passo Fundo, que viriam tornar-se Cachorro Grande... Ou seria uma banda de Mato Grosso?
Ela sabe o que faz: Lembra o tempo dos Cascavelletes
Faixas:
Orgasmo Legal
Ela Sabe o que Faz
As Outras Que Me Querem
Um Lugar do Caralho
Pictures And Paintings
Essência Interior
Hey Girl, What You’re Gonna Do
Tesuda
Conga (virou Walter Victor)
Darling (Incompleto)
O Novo Namorado
Desgaste Emocional
Ela Sabe o que Faz (2° Versão)
Orgasmo Legal (2° Versão)
Não há amor na sua alma (virou As Tortas e as Cucas)
Miss Lexotan 6mg Garota
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terça-feira, 16 de junho de 2009

The Cramps – Booze Party (Live at The Ritz, NYC, 1989) + Vídeo Live At Napa State Mental Hospital (1978)

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Em memória de Lux Interior...

Faixas:
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Side 1:
1. Muleskinner
2. Chicken
3. Shortnin' Bread
4. Hot Pearl Snatch
5. People Ain't No Good
6. Goddamn Rock & Roll
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Side 2:
1. Strychnine
2. Drug Train
3. Bikini Girls With Machine Guns
4. All Women Are Bad
5. What's Inside A Girl?
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Side 3:
1. Booze Party
2. Creature From The Black Leather Lagoon
3. Aloha From Hell
4. Goo Goo Muck
5. Primitive
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Side 4:
1. Sunglasses After Dark
2. Cornfed Dames
3. Can Your Pussy Do The Dog?
4. Good Taste
5. Psychotic Reaction
6. Maddaddy
7. The Crusher
8. She Said
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“El sonido psychobilly de los Cramps, rockabilly con sonidos garajeros, trazos primarios, bravíos e intensos, de gradación camp, teatral y trash, recogían procederes del garage-punk 60’s, remedando a los Sonics, del psycho-garaje, como los 13th Floor Elevators, del rock de Elvis Presley o Jerry Lee Lewis, de la guitarra de Link Wray, o del surf-rock instrumental de los años 60, como los Trashmen, inspirándose su concepto sonoro y estético en aspectos culturales pop de serie B (o Z), en especial cinematográficos y de terror.
Los Cramps comienzan a gestarse a comienzos de los años 70, cuando se conocen en San Diego, California, Erick Purkhiser (nacido el 21 de octubre de 1946 en Stow, Ohio) y Kristy Wallace (nacida el 20 de febrero de 1953 en Sacramento, California), después de que el primero hubiese parado en la carretera para subir a Kristy, quien estaba haciendo autostop para dirigirse a Sacramento, ciudad en la cual ambos residían y estudiaban un curso de Arte y Chamanismo. Erick y Kristy se dieron cuenta que coincidían en los mismos gustos musicales: rock’n’roll, blues, doo-wop y R&B, y cinematográficos, en especial las películas de serie b de terror y ciencia-ficción de los años 50.
Tras estas coindidencias comenzaron una relación y se plantearon la creación de un grupo de rock, adoptando Erick, como cantante y bajista, el seudónimo de Raven Beauty, que se cambiaría por el de Vip Vop y finalmente por el de Lux Interior, nombre sacado de un anuncio publicitario de un automóbil. Por su parte Kristy, como guitarrista, se hizo llamar Poison Ivy Rorschach.
La pareja se marchó de Sacramento para irse a Akron, en Ohio. Poco después se trasladaron a Nueva York con la intención de alcanzar su objetivo. En principio lo que consiguieron fue un trabajo en una tienda de discos. Allí conocieron a Greg Beckerleg, quien se unió al dúo como guitarrista. Para no ser menos que sus colegas también adoptó un seudónimo: Bryan Gregory.
La cuarta componente del grupo fue la canadiense Miriam Linna, quien se encargó de la batería tras pasar por el puesto Pam, la hermana de Bryan. En 1976, y con poca sapiencia en la ejecución instrumental, la banda actuó en el mítico CBGB, antes de la actuación de Suicide. Su sonido crudo comenzó a ser bien recibido por los asistentes al local y por otras bandas, como los Ramones, que les ofrecieron un puesto de teloneros en una gira por la zona. Los Cramps actuarían en locales como el Max’s Kansas City o en el Manhattan Ocean Club.

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En este período y tras grabar varios temas con producción de Richard Robinson Linna decidió dejar la batería. Posteriormente estaría en Nervux Rex, con Billy Miller en The A-Bones o en los Zantees, editando también la revista “Kick’s Magazine” y el sello Norton Records. Nick “Knox” Stephanoff (ex miembro de Electric Eels) se añadiría a las baquetas.
Quien también se fijó en los Cramps, que adoptaron en su logo las fuentes tipográficas de “Historias de la cripta”, fue el miembro de los Big Star, Alex Chilton, quien se ofreció en 1977 para producirles sus primeras grabaciones, las cuales vieron la luz en el sello del grupo, Vengeance Records.
Las grabaciones se produjeron en Memphis, realizando canciones propias, como “Human Fly”, o covers de Ricky Nelson o los Trashmen, cuya conocida canción “Surfin’ Bird” se convirtió en el primer single de The Cramps, aparecido en 1978. La cara b era la versión de Jack Scott “The way I walk”.
El tema propio “Human Fly” sería su segundo sencillo. Mientras tanto seguían girando con éxito, fuese acompañando a las Runaways o girando junto a los Clash.
Miles Copeland, propietario del sello IRS/Illegal, fichó al grupo y allí publicaron el Ep “Gravest Hits” (1979), un disco que recogía los singles previos. También volaron al Reino Unido para telonear a Police.
Producido por Chilton, el primer disco grande de The Cramps sería “Songs the Lord taught us” (1980), un álbum lleno de diversión psychobilly y energía garajera, que contenía versiones de los Sonics (la fenonenal “Strychnine”), de Jimmy Stewart & His Nighthawks (la no menos fenomenal y rockanrolera “Rock on the moon”), de Johnny Burnette (“Tear it up”), la magnífica “Sunglasses after dark”, de Dwight Pullen, brillante conjunción entre psycho-garage y surf-rock, y el single “Fever”, tema versionado por muchos artistas, entre ellos Elvis Presley. Sus temas originales, todos disfrutables, destacan “T.V. Tome”, “Garbage man”, que sería su segundo sencillo, “Zombie Dance” o “I was a teenage werewolf”.

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El disco fue recibido con entusiasmo entre la audiencia independiente, sonando con asiduidad en las college radios. Uno de sus grandes fans era un muchacho apellidado Morrissey, quien fundó la “Legion of the Cramped” junto a Lindsey Hutton unos años antes de alcanzar el éxito con los Smiths.
Después del disco Brian Gregory, inmerso en graves problemas con la heroína, dejó el grupo, huyendo en una furgoneta que contenía el equipo del grupo. Nunca más volverían a verle. Fue reemplazado en la guitarra por Julien Griensnatch, quien en breve fue sustituido por Kid Congo Powers, quien previamente había tocado con Gun Club.
La nueva formación, ahora asentada en Los Angeles, publicaría su segundo Lp, “Psychedelic Jungle”, un disco co-producido entre la banda, Carl Grover y Nigel Reeve que incluía sus temas “Voodoo Idol”, “Native are restless” o “Cavemen”. Versionaban oscuros cortes como el single “Goo Goo Muck” de Ronnie Cook & The Gaylads, “Primitive” del grupo de los 60 Groupies, “Green Fuz” de la banda garajera 60’s Randy Alvey & Green Fuz, o “Jungle Hop”, un tema del cantante y compositor de los años 50 Kip Tyler.
La cara b de “Goo Goo Muck” es uno de sus temas más conocidos, “She said”, versión del rockabilly Hasil Adkins.
Lamentablemente después de este álbum, los Cramps y su compañía discográfica rompieron relaciones y se enfrascaron un una batalla legal por pago de royalties. Este pleito prohibió al grupo realizar grabaciones durante un largo período.
Su vuelta a las tiendas de disco se produjo con “Smell of Female” (1983), disco en directo publicado en Enigma en el cual aparecía una versión de “Faster Pussycat”, tema de la película homónima de Russ Meyer, especialista en mujeres de generoso escote.
Con anterioridad a la salida de “Smell of female”, su antiguo sello publicó el recopilatorio “Off the bone” (1983).
En 1983 también dejó el grupo Kid Congo Powers, que sería reemplazado por varios guitarristas, ninguno de los cuales llegó a ocupar el puesto de manera permanente. Ike Knox, Drew Steele o Click Mort fueron alguno de ellos.

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En Big Beat The Cramps publicarían el álbum “A Date with Elvis” (1986), un disco más pulido que sus previas grabaciones, las cuales habían sido más foscas y garajeras en el tratamiento sónico. A pesar de ello, en el álbum, con Poison Ivy tocando el bajo además de la guitarra, contiene piezas conocidas de su discografía, como “Can your pussy do the dog?”, “How far can too far go”, “Kizmiak”, “Aloha from Hell” o “What’s inside a girl?”.
Un año después publicaron otro álbum en vivo, ahora publicado en su sello Vengeance, “Rockin’n’Reelin’ in Auckland, New Zealand” (1987), en donde hacen dos covers de Elvis Presley, “Heartbreak Hotel” y “Do the clam”.
En Enigma aparecería, con la incorporación de la bajista Candy del Mar, “Stay Sick!” (1990), un Lp menor (aunque mayor para sus más acérrimos fans) con temas escuchables como “Bikini Girls with Machine Gun”, “Creature from the black leather lagoon”, “Mama Oo Pow Pow” o “Journey to the center of a girl”. Mejor que el disco eran sus siempre excitantes actuaciones en directo.
Tras este álbum Nick Knox dejaría a los Cramps, cansado de la vida en carretera. En “Look Mom, No Head!” (1991), endureciendo todavía más sus conocidas pautas en temas como “Alligator Stomp”, “Dames, Booze, Chains and Boots” o “Blow up your mind”, se habían añadido a la banda el bajista Slim Chance y el batería Jim Sclavunos.
En el disco ofertaban una versión de “Mini-Skirt Blues”, del grupo de garaje angelino de los 60 Flower Children.
Posteriores trabajos, como “Flamejob” (1994), “Big Beat from Badsville” (1997) o “Fiends of Dope Island” (2003) prorrogaban su pujante sonido psycho-rockabilly-surf-garage-rock incluyendo covers del mítico tema de Bobby Troup, “Route 66”, o del “Hung up” de los Wailers, legendaria banda de garage-rock 60’s, que ponían bien de manifiesto sus herencias sónicas.Para los no iniciados que deseen conocer su música nada mejor que acudir a recopilatorios como “Bad music for bad people” (1984) o “How to make a monster” (2004) e incluso mejor hacerse con su primer Lp, “Songs that Lord taught us” (1980).


Lux Interior (Erick Purkhiser) falleció a los 62 años de un fallo cardíaco el 4 de febrero del año 2009.” (Alohacriticon)

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- Em 1984, Lux Interior e Poison Ivy do The Cramps foram passar as férias numa fazenda em Plainfield, no Wiscosin, local onde em 17 de novembro de 1957 foi preso o psicopata Ed Gein, que havia matado várias pessoas e arrancado suas peles para forrar os móveis de sua casa. A história de Gein inspirou filmes como Psicose de Alfred Hitchcock e O Massacre Da Serra Elétrica de Tobe Hooper, além de músicas compostas por diversas bandas. A casa onde Gein "trabalhava" suas vítimas foi queimada pelos moradores locais, mas Lux e Poison conseguiram levar como recordação um pedaço da parede da casa.
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Acima, imagens originais de como algumas vítimas de Gein foram encontradas....
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- Durante alguns meses do ano de 1985, Lux Interior do The Cramps se correspondeu quase que diariamente com John Wayne Gacy, chegando a visitá-lo pessoalmente mais tarde. Mais conhecido pelo apelido de "Killer Clown", Gacy estava preso, condenado à morte por torturar, sodomizar e matar 33 jovens. Na prisão, Gacy se dedicava a pintar quadros retratando "grandes artistas da humanidade", e dedicou uma série inteira à figura de Lux Interior. (Whiplash)
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Veja informações também sobre a formação da banda na Wikipedia
http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Cramps
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E matéria sobre a morte de Lux Interior aqui:
http://www.portalrockpress.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=3280

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“Em uma tarde de junho de 78, o Cramps chegou ao hospital psiquiátrico de Napa State, na Califórnia, para dar um concerto grátis aos pacientes. Esta gravação foi feita com um dos primeiros modelos de câmeras portáteis da Sony: em preto e branco, meio apagado e com algumas distorções na imagem e um só microfone (mas dá pra ver tranquilamente). Mesmo com a crueza do registro, e talvez ela até tenha favorecido muito na atmosfera dele, há uma perfeita captura da sinergia entre banda e público.


Como por exemplo a partir da segunda musica, quando os pacientes sobem no palco para cantar dançar e gritar desenfreadamente junto ao Cramps. Um registro antológico com uma despedida no melhor estilo punk: “Comam merda e morram!”. No que o público responde “é justo do que precisamos”. Obrigatório.
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Duração: 20 min
Formato: AVI
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Download: Rapidshare partes 1, 2 e 3
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Tamanho total: 211 MB
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danças-surto..

e mais danças-surtóides...


...instrumentos destroçados...público junto no palco, o tempo todo...

...furor total, os pacientes sobem e se apresentam no lugar da banda em diversos momentos...essa moça aí de riba tira o microfone de Interior diversas vezes..hahaha


...como já foi dito tomém do meu adorado MC5: PURE ENERGY!!!!

Clique na imagem para acessar o site da banda

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